Desapego e fidelidade são compatíveis?

Um tema que já antes aqui queria ter escrito, mas fica a minha primeira abordagem sobre o tema e “ponte” entre desapego e fidelidade.
Vejo ao meu redor e desde que me conheço gente, a necessidade de posse do outro (namorad@, mulher, marido, amante, par, com ligação amorosa, sexual e afectiva). E o oposto já é um extravasar desmedido dessa realidade da sociedade que fomos habituados, gerados e que temos na realidade prática.
Para mim, o desapego é na verdade um grande compromisso pessoal e com o nosso interior mais feliz, independentemente de com quem estamos hoje no aqui e agora. Estamos aqui e viemos em liberdade, e na verdade do amor em felicidade. E o amor é também crescimento.
Sermos acima de tudo fiéis a nós mesmos, de modo genuíno a quem somos e o que nos faz vibrar em amor de dentro para fora.
Quando estás numa relação para agradar ao outro, estás não só a ir contra o que amas e queres para ti mesm@, mas também ao teu par. Fidelidade requer coragem, verdade, falar com o coração de cada um. Basicamente, dois seres livres unidos pelo amor entre ambos.

Afinal, se não queres esse tipo de relação ou com essa pessoa, porque a mantens e alimentas?
Assim, fica outra reflexão: és fiel ao teu coração?

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