És o que dás e não o que tens
O meu texto hoje, refere a importância da dádiva e de como damos.
No dicionário português, a dádiva é a acção ou efeito de oferecer, voluntariamente, alguma coisa valiosa a alguém; dar um presente a; oferta.
Sendo que o que damos é algo de valioso é isso que temos que nos relembrar: é o que de mais valioso aquela pessoa dá. E dá de modo voluntarioso, porque quer, e lhe apetece.
Quando damos, é também um pouco (ou muito!) de nós, da nossa essência, que damos ao outro, fica lá um pouco da “nossa semente” e terá frutos para essa pessoa, situação, momento, vivência de vida daquela pessoa. Por exemplo, vamos a um local e deparamo-nos com uma pessoa triste, se lhe esboçarmos um sorriso de coração cheio, se lhe dermos um genuíno abraço, uma palavra de ânimo em como acreditamos na pessoa, de certeza que o dia daquela pessoa será completamente mais feliz.
Na dádiva fica a confidência da coisa dividida, do amor partilhado, do espaço doado, da descoberta conjunta, do caminho cúmplice. Acrescentamos o privilégio de termos tido a oportunidade da dádiva naquele instante, naquele momento.
Por isso, aqui deixo a dica: voluntariado precisa-se! Até às vezes nas situações mais adversas e opostas ao que acreditamos é quando mais crescemos, acrescentamos a quem somos, e vivenciamos outro prisma do nosso próprio umbigo.








