Mente aberta

Com frequência vejo julgamentos sem fundamento, ou mesmo que com conhecimento de causa, não deixa de ser um pre-conceito. Um pre-conceito porque é um julgamento, e uma visão muitas vezes redutora daquele ser que está à nossa frente, por exemplo.
Querem-se pessoas de mente aberta, prontas para abraçar os excluídos, tantas vezes os sem-abrigo, ou os seres de etnia diferente da nossa…ou os seres transgénero, são exemplos actuais e reais do que tenho visto.
A verdade, é que são seres humanos como eu e como tu, que sofrem quando os julgam, ou quando lhes apontam o dedo e os excluem de tantas e várias formas.
Por isso, prontifica-te a ouvir mais e não a julgar. Empatia, e mais empatia e mais empatia, precisa-se! Tudo isto é ponto assente para que todos os seres humanos como tu, se sintam à vontade para se aproximarem de ti e te mostrarem o que pensam, valores, modos de estar na vida. Afinal todos nós deveremos estar abertos a opiniões que mudam e consoante o que nos mostrem, outros mundos diferentes dos nossos lembra-te disso.
Não há certo nem errado, nem egos a serem alimentados. Há um ouvir, amar, querer, ser, estar com o outro. Ouvir a diferença! São só e apenas “mapas diferentes” dos nossos, já dizia um dos meus formadores de coaching humanista 😉
 Coloca-te no lugar do outro, sem julgamentos, só porque sim. Dá-lhe oportunidades de se dar a conhecer. Não tens que concordar, nem acreditares no mesmo que esse ser. Mas, ouve, sente e pensa no que deve sentir. Coloca-te mais vezes no lugar do outro, sem fazeres ideias preconcebidas, seja no trabalho, seja na rua, seja na família. Sê também tu humano nos outros seres humanos! 

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