O que aprendi com o perdão!
Hoje, aqui e conforme meu testemunho de vida que pode ajudar tanta gente, propus-me a este desafio. Eis para começar um excerto da carta que enviei aos meus pais e irmão:
Pese embora, toda a dor que senti durante alguns anos, momentos, que estive contigo e na tua presença e ausência, resolvi dar o passo do perdão dentro de mim, e agora praticá-lo contigo, com a mãe e com o mano.
Acima de tudo, quero sentir-me mais leve, andar para a frente, deixar o passado para trás. Não quero carregar mais um peso que não é meu, afinal eu venho de algum lado, e tu e a mãe também têm os vossos antepassados, e vidas anteriores a mim. Quero que a minha vida flua com boas energias, com momentos bons que tenho tido e que mais virão.
(…)Afinal foram quem me gerou e criou. E estou-vos muito grata por isso. Porque os bons valores que todos vocês me incutiram, continuam dentro de mim.
Com esta partilha que faço aqui e de outros modos, não pretendo ser Deus, muito menos endeusada por ter perdoado e ter tido a leveza de espírito com esse acto, mas na verdade, não tenho que transportar uma dor que não é a minha. Não a mereço simplesmente! E ainda bem.
Gosto de saber que fiz a minha parte no mundo, que quebrei o ciclo familiar do comum entre todos: o conflito, a desavença, o desamor. Que fiz diferente das minhas gerações anteriores.
Que fiz pela harmonia reinar nas famílias.
Sou mais feliz, sou mais plena, estou bem mais leve.
Façam o mesmo: Perdoem!







