Sou um cidadão do mundo
Aqui, refiro a importância de não termos necessariamente pertença num território, de podermos pertencer a qualquer, e a todos os lugares do mundo.
A aceitarmos a diferença, a sermos tolerantes os tons de pele, as riquezas culturais tão díspares das nossas.
Deem a mão perante a diferença, oiçam atentamente o que outros povos têm para nos ensinar, aprendam com outros hábitos, outros valores de vida e de realidade, e porque não lerem sobre diferentes credos?
Já pensaram que a vida e a morte é o início e o fim de cada um, e que o muda é o modo de vida e a caminhada de cada um? Nisso, somos todos unicamente contrários, e com isso não necessariamente errados cada um de nós.
Celebrem a diversidade, adquiram um olhar mais empático perante essas diferenças. Explorem novos lugares, adquiram novos conhecimentos e tenham novas experiências.
Aprendam novos idiomas, conheçam novos paladares e ampliem a visão do mundo que existe lá fora.
Conviver com culturas variadas tem um impacto directo na forma como nos damos ao redor, como avaliamos os outros e como somos compreendidos na sociedade.
Quando enfrentamos novos costumes, gestos, comportamentos e hábitos diferentes dos que lidamos, todos passamos a aprender a respeitar verdadeiramente as diferenças e a entender que não somos os donos da verdade, e que podem existir outras opiniões e pensamentos também considerados correctos e válidos.
Estarmos despertos para uma outra realidade faz-nos repensar nos nossos próprios conceitos. A visão de mundo muda e, progressivamente, passamos a ver até as nossas próprias raízes e tradições, de modo diferente.
Descobrir outras culturas torna-nos mais compreensivos com as diferenças, ajuda-nos a compreender as dificuldades, e desmistifica velhos preconceitos que tínhamos.
O que é diferente não tem que ser mau, é apenas desconhecido. A diferença, estimula-nos a derrubar as barreiras entre as pessoas e as nações. Encoraja-nos a expandir os nossos horizontes e ampliar a nossa visão, passando de uma identidade estritamente local, regional, étnica, racial ou nacional a uma cidadania global que podemos afirmar como o nosso direito de nascimento espiritual.
As diferenças entre todos nós, servem para nos ajudar a sermos melhores pessoas, mais tolerantes e empáticos.
Um grande homem disse: “Gentileza gera gentileza.”








