Olha-te ao espelho. O que vês?

É uma pergunta que te podes fazer assim que te olhes ao espelho.
O que vês? O que sentes? O que queres? O que procuras? Aliás, quantas vezes por dia te olhas ao espelho? E consegues, ver-te realmente?
O que quero que reflitas é que te vejas por dentro através dos teus olhos. Que te perceciones, e que te conheças mais, descubras mais e que vejas o ser magnifico que és, interiormente e exteriormente. Ambos são importantes para estarem em harmonia e em coerência,  para nos darem toda a segurança e autoconfiança que necessitamos ao nos permitirmos mais, e sermos mais genuínos connosco acima de tudo. Para nos permitirmos ter mais momentos felizes em vida.
O exterior varia, com mais ou menos acessórios, com mais ou menos maquilhagem adequada, pode ser uma autêntica obra de restauro e até sermos completamente diferentes de quem éramos. Mas deverá estar de acordo com o nosso interior, como nos vemos quando nos olhamos ao espelho. É algo muito descritivo muitas vezes quando nos demoramos a vermo-nos ao espelho, e vemos cada centímetro do nosso corpo e nos olhamos por dentro.

Um exercício para quem me lê:
pega num papel e numa caneta, coloca-te em frente do espelho e escreve tudo aquilo que, vês dentro e fora de ti, e que são qualidades que sobressaem. Regista no mínimo dez qualidades no papel.

Essas qualidades que por vezes se escondem em maus dias (todos os temos!), mas que quando melhoram os dias, a tua autoestima melhora e essas qualidades saltam à vista.
O principal é conseguirmos alcançar uma imagem credível, coerente e agradável para nós, e  que passe a mensagem de quem somos, para os outros.
O importante é sermos seguras e confiantes na postura que assumimos, na nossa maneira de ser, de estar e de agir.

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