Felicidade, o que me faz feliz
Hoje partilho contigo o que me faz feliz. Não só porque ontem foi o dia da felicidade, mas porque essa é a nossa missão enquanto seres humanos.
Gostava de poder partilhar contigo que sempre fui feliz, ou que a felicidade é uma fase, mas nem uma nem outras são verdade.
A felicidade somos nós que a fazemos, todos os dias. Quando por exemplo decidimos ter aquela pessoa na nossa vida (amigo, familiar, companheira, por exemplo), ou fazer algo por nós, porque e apenas nos apetece. Ou porque queremos fazer uma experiência que ainda não fizemos. Dedicarmo-nos a nós próprios faz-nos mais felizes, cuidarmos de nós também, mas falarei nisso noutro artigo.
A mim o que me faz feliz é um dia de praia, seja em que altura for desde que não chova, um prato fresco de sushi só para mim, passar umas belas horas a ler, dançar kizomba até com pessoas que nunca vi mas com quem haja empatia, ou aprender algo com pessoas de longa data, ou ir a um local novo e desconhecido mas que me sinta confortável e eu própria.
Sairmos da zona de conforto nem sempre é bom e tranquilo, mas é bom. E muitas vezes quando o fazemos aí, nesse momento, com aquelas pessoas, diferentes muitas vezes do que estamos habituadas, somos felizes. A felicidade são momentos, momentos que podem e devem ser alimentados por nós individualmente. E que nos vão encher o coração e a alma de contentamento. Às vezes bastam palavras, carinhos, cheiros, presença, para nos sentirmos preenchidos e aconchegados interiormente. Não é preciso muito, mas temos que nos conhecer e experienciar muitas coisas para sabermos ao que vamos, se gostamos daquilo, ou se preferimos a outra vez que fomos a um sítio paradisíaco e em que nos sentimos em paz connosco próprios. Conhecer o incerto muitas vezes dá felicidade. Porque temos a coragem de nos darmos ao trabalho de nos conhecermos. É bom, faz bem e aconselho vivamente. É um caminho que se faz, que se alcança todos os dias. E sim, faz parte mudarmos de gostos, de preferências, ou mesmo de nos sentirmos bem acompanhadas de nós. Para gostarmos de ter outras companhias, devemos gostar da nossa. E estimular-nos, com uma meditação simples, uma música que nos dê confiança, dançarmos uma dança nova, irmos àquele local que estamos há tanto tempo para ir, ou passearmos numa floresta e sentirmos o cheiro das ervas e do fresco da natureza e o contacto com ela.
E a ti, o que te faz feliz? Partilha comigo aqui nos comentários 🙂








