Relações fast-food
Hoje, falo em algo cada vez mais crescente na sociedade de um modo geral: as relações fast-food, ou seja, tal como o nome indica e como as semelhanças com a comida rápida, é o conceito de pedir rapidamente, usar, e descartar as pessoas.
Vivemos num ritmo frenético, numa roda viva 24 horas, que as nossas relações amorosas também acompanham esse ritmo. Não só por influência do nosso ritmo de vida, mas também pela identidade das culturas, da globalização, de estar online e disponíveis a todo o instante.
A instabilidade dum modo geral e global, a precariedade laboral, a igualdade entre géneros, e também a insegurança nas nossas relações interpessoais, criam e geram ansiedade cada vez mais.
Atualmente, queremos ser perfeitos, exigimos pares perfeitos, e com isso, relações perfeitas. Lamento dizer, mas isso não existe. E ainda bem. Ainda bem que temos o lado menos bom, que acordamos mal humorados, com fome de saber, que temos mau feitio, que somos feitos da matéria que somos, que tivemos as experiências que tivemos.
O que posso sugerir para estas relações descartáveis?
Termos consciência de quem queremos ao nosso lado; que sejam mais preocupados e atentos a quem têm ao lado; perguntem-se que vantagens e lado bom tem esta relação?; aprende a preencher o teu vazio, amando-te cada vez mais e de todos os modos; mimem-se e conheçam-se! Deem-se ao trabalho, como eu costumo dizer!
Façam por serem felizes! Não nascemos para viver nem ficarmos sozinhos!
Hoje, falo em algo cada vez mais crescente na sociedade de um modo geral: as relações fast-food, ou seja, tal como o nome indica e como as semelhanças com a comida rápida, é o conceito de pedir rapidamente, usar, e descartar as pessoas.
Vivemos num ritmo frenético, numa roda viva 24 horas, que as nossas relações amorosas também acompanham esse ritmo. Não só por influência do nosso ritmo de vida, mas também pela identidade das culturas, da globalização, de estar online e disponíveis a todo o instante.
A instabilidade dum modo geral e global, a precariedade laboral, a igualdade entre géneros, e também a insegurança nas nossas relações interpessoais, criam e geram ansiedade cada vez mais.
Atualmente, queremos ser perfeitos, exigimos pares perfeitos, e com isso, relações perfeitas. Lamento dizer, mas isso não existe. E ainda bem. Ainda bem que temos o lado menos bom, que acordamos mal humorados, com fome de saber, que temos mau feitio, que somos feitos da matéria que somos, que tivemos as experiências que tivemos.
O que posso sugerir para estas relações descartáveis?
Termos consciência de quem queremos ao nosso lado; que sejam mais preocupados e atentos a quem têm ao lado; perguntem-se que vantagens e lado bom tem esta relação?; aprende a preencher o teu vazio, amando-te cada vez mais e de todos os modos; mimem-se e conheçam-se! Deem-se ao trabalho, como eu costumo dizer!
Façam por serem felizes! Não nascemos para viver nem ficarmos sozinhos!Hoje, falo em algo cada vez mais crescente na sociedade de um modo geral: as relações fast-food, ou seja, tal como o nome indica e como as semelhanças com a comida rápida, é o conceito de pedir rapidamente, usar, e descartar as pessoas.
Vivemos num ritmo frenético, numa roda viva 24 horas, que as nossas relações amorosas também acompanham esse ritmo. Não só por influência do nosso ritmo de vida, mas também pela identidade das culturas, da globalização, de estar online e disponíveis a todo o instante.
A instabilidade dum modo geral e global, a precariedade laboral, a igualdade entre géneros, e também a insegurança nas nossas relações interpessoais, criam e geram ansiedade cada vez mais.
Atualmente, queremos ser perfeitos, exigimos pares perfeitos, e com isso, relações perfeitas. Lamento dizer, mas isso não existe. E ainda bem. Ainda bem que temos o lado menos bom, que acordamos mal humorados, com fome de saber, que temos mau feitio, que somos feitos da matéria que somos, que tivemos as experiências que tivemos.
O que posso sugerir para estas relações descartáveis?
Termos consciência de quem queremos ao nosso lado; que sejam mais preocupados e atentos a quem têm ao lado; perguntem-se que vantagens e lado bom tem esta relação?; aprende a preencher o teu vazio, amando-te cada vez mais e de todos os modos; mimem-se e conheçam-se! Deem-se ao trabalho, como eu costumo dizer!
Façam por serem felizes! Não nascemos para viver nem ficarmos sozinhos!








