Eu vivo a minha vida. E tu, vives a tua?

Hoje a minha análise é mesmo sobre “vive e deixa viver” e de que forma vives a tua vida, ou se vives para te comparares e te mostrares o que não és.
​
Assim, dentro de ti, pensa comigo:
– queres fazer algo, faz por ti e, para mostrares quem és de verdade;
– evolui por ti, faz coisas que te deem gozo e prazer de fazer. Vais fazer mais e melhor, porque estarás motivada e por paixão;
– o que te levanta da cama todos os dias? Pensa nisso!;
– não concordas com opinião ou actos de quem te rodeia? Respeita a diferença, faz a tua vida, deixa viver e fazer a dos outros;
– não te compares! Afinal o teu DNA é único, a tua vivência e ser também!;
– aquele ser que amas? Se o amas e sentes que és amada genuinamente, segue o teu coração, e não que te ditam por fazer (porque é feio, ou gordo, ou não tem dinheiro, ou é de outra etnia que não a tua, por exemplo);
– ocupa o teu dia com quem te faz bem e te acrescenta. Simples assim;
– sê útil à tua comunidade. De que forma? Olha por exemplo, fazeres voluntariado num centro de dia perto da tua casa, ou eventos e voluntariado junto da tua junta de freguesia, ou mesmo explicações aos pequenos que vivem no teu bairro. Tens muitas saídas para te permitires seres ainda mais útil à realidade que te rodeia;
– aprende a amar para quem olhas ao espelho todas as manhãs: tu mesm@!

Imagem
Share