Swing
O conceito de swing, é a troca de casais. Este conceito é apenas para os casais que estão seguros de si mesmos.
No mundo swinger, ainda envolvido em muito secretismo, é de facto um mundo alternativo e muitas vezes uma fuga a rotinas, responsabilidades, tradições. A vinda de pessoas e casais para o mundo swinger pretendem descoberta, realização, estabilidade, aventura, inovação, socialização…
A troca directa entre casais – nas versões soft (partilha do espaço e de carícias, sem coito) e hard (envolvimento sexual total) – é a expressão clássica do swing, mas não a única.
Na envolvência de troca, pode aqui ser introduzida o ménage a trois, ou seja, sexo a três. Também há a prática de orgia, nos clubes e festas privadas, onde há várias interacções sexuais e eróticas.
Não são recomendados em casais que querem salvar casamentos, pois será a forma mais rápida para terminar o mesmo. Importa cada um de vocês, e depois em casal perguntarem-se “o que pretendo obter com o swing?”.
Para a primeira visita a um clube de swing, recomendo a táctica de apenas observar sem experienciar.
Depois voltarem a casa e em verdade connosco mesmos, discutir com o nosso par, o que sentimos, vivemos, gostámos, não gostámos daquela experiência e visita a um clube de swing.
Apenas após isso, chegarem à conclusão se será bom para a relação apimentar a mesma desta forma, ou pelo contrário, seria uma forma de contribuir para o fim dessa relação. O swing deverá ser um complemento, e um estímulo para a relação. E claro também para o desenvolvimento e crescimento sexual de cada um.
O swing é um modo de estar na vida, na sua maioria não partilhado e confidenciado fora de portas e, em contexto familiar e social de cidadão comum.








