Sair da zona de conforto
Tema tão difícil para tantas pessoas, e para outras não.
Já diz o ditado popular que “quem está mal muda-se!”, ou até a música “muda de vida se não te encontras satisfeito!/muda de vida, estás sempre a tempo de mudar!”.
Teorias e dizeres populares à parte, compreendo que é difícil enfrentar as mudanças diversas que temos (mudança de idade, mudança de casa dos pais para vivermos a dois ou mesmo sozinhos, novo emprego, etc.). Nesta dualidade de sentimentos, nervosismo até, o corpo muitas vezes mostra o nosso sentir, escondendo as vantagens ou o bom que pode ser estas mudanças e com isso o nosso crescimento pessoal. A chamada resistência à mudança, os medos, criam muitas vezes problemas e acabam por criar mecanismos de defesa e ameaças reais ou não, e acabamos por evitar esse perigo. É uma reacção comum, e pode também ser chamada de auto sabotagem.
Nem sempre a nossa zona de conforto, é previsível, segura e nos dá bem-estar. É apenas muitas vezes o que já conhecemos, e não quer dizer também que seja sinónimo de estabilidade.
Explorar o novo, o desconhecido, partirmos à aventura, e esforçarmo-nos para nos adaptar a novas situações, leva-nos também a querer algo novo e diferente do então até esse momento já vivido. Faz-nos crescer, faz-nos sair do ninho.
Acima de tudo, importa ouvirmos e falarmos connosco mesmos, percebermos porque temos medo da situação X, Y, ou Z, e que nos faz perder grandes oportunidades a nível pessoal, académico, familiar, social e laboral. Quando o medo paralisa tanto que nos impede de agir e de fazer diferente do até agora, muitas vezes, impedimos a nós mesmos de evoluir, e com isso de acrescentar novas competências e talentos no nosso ser, para sermos mais felizes.
Vai lá e faz! Eu acredito em ti! Acredita tu também, em ti!








