Porque traímos?
É verdade que há situações e situações, que todos somos diferentes, que casamos e temos relações duradouras ou não por diversos motivos (ainda acontecem em Portugal casamentos de conveniência por exemplo), mas há mais razões comuns com que me deparo nas minhas terapias com os clientes e com quem falo das minhas relações interpessoais.
São estas emoções e realidades de um modo geral, que dão mote para uma ou várias traições (entre ambos os géneros):
Raiva – talvez por vingança de algum mau comportamento feito pelo parceiro, ou alguma questão anterior mal resolvida entre ambos, por exemplo;
Desejo sexual – insatisfação sexual com a sua metade, e procuram satisfação fora de casa;
Falta de amor – carência, não se sentem amados, nem sentem amor na relação que têm;
Negligência – sentem que na verdade, aquela situação já não os preenche, não sentem respeito, amor e conforto;
Falta de compromisso – quando algum dos dois, ou ambos, não estão na “mesma página”, ou não têm o valor de compromisso como importante para eles mesmos;
Situações particulares – férias, meio envolvente sob muito stress ou mesmo ‘tóxico’;
Auto-estima – interesse de ter sexo fora da relação, como forma de auto valorizar-se e de se afirmar perante ele mesmo;
Variedade- Interesse em manter relações sexuais com várias pessoas, mais por uma questão física, ou mesmo por não querer ter uma relação monogâmica, e preferir ter uma relação aberta.
Reveem-se em alguma destas características?








