O importante é aquilo em que acreditas

Hoje escrevo um pouco sobre o que acreditamos e o que os outros no fazem ver que acreditam.
Ambos têm mapas e verdades diferentes certo? Isto é, vieram de sítios e modos de vida diferentes, têm profissões, estudos, família diferentes…N coisas que modificam a todos nós, daí não poder haver comparação com nada, muito menos com o que acreditamos e a outra pessoa. Tudo é válido, nada é errado, tudo pode estar certo. Não há verdades absolutas.
Assim, todos nós somos titulares de crenças com base no que referi acima. Com essas crenças acabamos por seleccionar, para interpretarmos tudo o que nos acontece.
O que comprova a(s) nossa(s) crença(s) ficam sempre em relevo, em detrimento de outras contraditórias que ficarão para o canto, ou mesmo serão ignoradas totalmente.
Eis dois exemplos: “Tens muita sorte com a vida que tens” ou “a sorte faz-se, basta querermos ir à luta”.
Qual é a genuína? Se pensarmos bem,  podemos encontrar factos que justifiquem ambas as crenças. Daí que ambas – ou nenhuma delas – sejam sequer autênticas. Todas as nossas crenças delimitam a forma como vemos o mundo e tudo o que interpretamos a partir do que sucede.  
As crenças são como mapas orientadores e que nos ajudam de algum modo. O importante não é “são genuínas?”, mas antes “são úteis de que modo? como me podem ajudar neste momento?”. Daí que aparca-te do que acreditas e utiliza como ferramenta para alcançares o que queres. Como já disse antes, descomplica. O que acreditas também faz certamente seres quem és. 

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